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Aquecimento Global: A última chance para salvar o planeta?
3. O aquecimento global é um
engano
Há aqueles que são ainda
mais céticos nessa questão. Christopher Monckton escreveu um artigo
intitulado "Caos climático? Não acredite" no jornal britânico The
Sunday Telegraph em que começou sugerindo que "o pânico provocado
em torno das mudanças climáticas é menos relacionado com a intenção de
salvar o planeta do que com a 'criação de um governo mundial', conforme a
preocupante afirmação de Jacques Chirac".
Ele apresenta evidências,
mostrando como a ONU falsificou informações acerca do problema através da
sua agência, o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (PIMC).
Monckton cita David Deming, um geocientista da Universidade de Oklahoma (EUA),
que escreveu um artigo avaliando as temperaturas na América do Norte através
de dados de perfurações. Isso lhe deu credibilidade com o PIMC, que lhe
pediu que participasse de suas pesquisas. Deming afirma: "Eles pensaram
que eu era um deles, alguém que iria perverter a ciência a serviço de
causas sociais ou políticas. Um deles abaixou a guarda: um destacado
pesquisador na área do aquecimento global enviou-me um surpreendente e-mail,
que dizia: 'temos que nos livrar do período de calor da Idade Média"'.
O período de calor da Idade
Média é um fato bem documentado da história, mostrando que na época as
temperaturas eram em torno de 3°C mais elevadas do que atualmente. De acordo
com o artigo de Monckton:
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De acordo com o
artigo de Monckton: "...não havia geleiras nos Andes; hoje
elas existem. Havia fazendas dos vikings na Groenlândia; hoje elas
estão cobertas de gelo permanente."
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Então não havia geleiras
nos Andes ; hoje elas existem. Havia fazendas dos vikings na Groenlândia;
hoje elas estão cobertas de gelo permanente. Havia pouco gelo no Polo Norte,
uma esquadra chinesa circunavegou o Ártico em 1421 e não o encontrou. Dados
de 6.000 perfurações em todo o mundo indicam que as temperaturas globais
eram mais elevadas na Idade Média do que agora.
Após esse período, as
temperaturas caíram bem abaixo dos níveis atuais. Nos séculos XVII e XVIII
ocorreu a "Pequena Era do Gelo", quando o Tâmisa, junto à ponte de
Londres, congelou de maneira tão sólida que uma Feira de Inverno foi
realizada em 1607 com um conjunto de tendas sobre o próprio rio, oferecendo
uma série de diversões, inclusive boliche sobre o gelo.
O relatório original do PIMC,
publicado em 1996, apresentava um gráfico dos últimos mil anos, mostrando
corretamente que as temperaturas na Idade Média tinham sidos mais altas que
as atuais. Mas o relatório de 2001 continha um novo gráfico sem qualquer
indicação de um período de calor medieval, indicando temperaturas uniformes
até o começo da Era Industrial. Esse gráfico mostrava incorretamente que o
século XX foi o mais quente dos últimos mil anos. Essa informação mostra
que a história está sendo deliberadamente falsificada por uma agência da
ONU.
Aquecimento global e governo
mundial
Jacques Chirac
relacionou a preocupação ambiental com um plano de governo
mundial. Chirac escreveu um artigo para a revista New Scientist
(19/5/05) sobre a necessidade de cuidar do meio ambiente, dizendo:
"esse esforço deveria concentrar-se em estabelecer a governança
ambiental global, algo que a França defende
incansavelmente".
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Também é possível que haja
um elemento de verdade em todas as três possibilidades. O aquecimento global
pode ser causado parcialmente pela atividade humana e em parte pelo sol. Com
certeza, ele está sendo usado para promover a idéia de que a governança
mundial apoiada pe la ONU é a solução do problema. Quer seja real ou não,
trata-se de uma questão ideal para unir as nações. É possível argumentar
que nenhuma nação por si mesma pode resolver o problema e que, se ele não
for solucionado, todos morreremos. É necessário que as nações trabalhem
juntas para evitar isso. A ameaça também pode ser usada para dar aos
governos desculpas para impor impostos mais elevados e exercer maior controle
sobre a população...
Em seu artigo, Christopher
Monckton referiu-se a uma afirmação do presidente francês, Jacques Chirac,
que relacionou a preocupação ambiental com um plano de governo mundial.
Chirac escreveu um artigo para a revista New Scientist (19/5/05) sobre
a necessidade de cuidar do meio ambiente, dizendo: "esse esforço deveria
concentrar-se em estabelecer a governança ambiental global, algo que a
França defende incansavelmente, em particular com sua proposta de criar uma
organização ambiental da ONU, que será discutida pelos líderes mundiais na
cúpula da ONU em Nova York em setembro". Em um discurso anterior no
Encontro da ONU sobre Mudanças Climáticas em Haia (20/11/2000), ele afirmou:
"Pela primeira vez, a humanidade está instituindo um que a França e
a União Européia gostariam de ver criada". (ênfase do autor).
É interessante que existe
agora um consenso de opiniões sobre essa questão, favorecendo a agenda
verde, nos três principais partidos do Reino Unido. Esse consenso é
compartilhado pelos poderes que dominam a União Européia. Com os Democratas
em ascensão nos EUA, é provável que as questões ambientais serão mais
importantes que a "Guerra ao Terror". Se a Rússia, a China, o Japão
e a Índia puderem ser persuadidos a participar, a pressão para impor algum
tipo de solução global para o problema poderá ser irresistível para o
resto do mundo.
O meio ambiente – uma questão
espiritual
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É verdade que a
Terra é um todo interdependente, que foi criado por Deus como
"muito bom" (veja Gênesis 1.31). Tudo que é necessário
para a vida é mantido em delicado equilíbrio no único planeta em
que podemos viver.
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Também é interessante que
existe uma idéia semi-religiosa relacionada a tudo isso – a controvertida
Teoria Gaia, denominada assim por causa da deusa da Terra dos antigos gregos.
Essa teoria foi desenvolvida pelo cientista britânico James Lovelock durante
a década de 1960, enquanto ele trabalhava no Projeto Viking, analisando a
possibilidade de vida em Marte. Enquanto analisava o que sustinha a vida na
Terra e observava a atmosfera terrestre, com seu delicado equilíbrio de oxigênio,
hidrogênio, nitrogênio, metano e resquícios de outros elementos, ele teve a
idéia de que a Terra era um todo vivo e interdependente, capaz de controlar a
si mesmo e de eliminar ameaças, da mesma maneira que um corpo lida com doenças
e traumas.
De acordo com essa idéia, a
Terra é um sistema vivo imenso e eternamente interativo – um planeta vivo,
flutuando no espaço, e cada parte do seu grandioso mecanismo afeta todos os
outros, tanto para o bem como para o mal. A Terra teria certos órgãos
especialmente importantes, como as florestas tropicais e os pântanos, que
seriam mais importantes para o meio ambiente do que outras partes do sistema.
Usando a comparação com o corpo humano, seria possível perder uma parte
menor, como um dedo, e sobreviver, mas se você perder uma parte essencial,
como os pulmões, você está morto. Desse modo, a Terra poderia sobreviver
apesar de perder algumas espécies animais em virtude do descuido humano com o
meio ambiente, mas se um órgão vital estiver ameaçado ela teria de reagir
contra a interferência humana ou morrer.
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