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Filosofia
Contemporânea
Vários pensadores, no século
XX, reinterpretam o marxismo, como o húngaro Gyorgy Lukács, o italiano Antonio
Gramsci, os franceses Henri Lefebvre, Louis Althusser e Michel Foucault e os
filósofos ligados à Escola de Frankfurt.
Em paralelo, o tcheco Edmund Husserl dá início à fenomenologia, que tenta
superar a cisão entre racionalismo e empirismo.
Seus seguidores são Martin Heidegger, Maurice Merleau-Ponty e os filósofos do
existencialismo, como Jean-Paul Sartre, que consideram a existência humana o
primeiro objeto da reflexão filosófica ("a existência precede a essência").
Com o avanço da ciência e da tecnologia, e o maior domínio do homem sobre a
natureza, a epistemologia, estudo crítico de princípios, hipóteses e
resultados das ciências, alcança grande desenvolvimento.
O estruturalismo surge a partir da pesquisa de duas ciências humanas: a
lingüística, com o suíço Ferdinand de Saussure, e a antropologia, com Claude
Lévi-Strauss.
O mesmo parte do princípio de que há estruturas comuns a várias culturas, que
precisam ser investigadas independentemente dos fatores históricos.
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