|
Filosofia Pós-Socrática
As correntes filosóficas do
ceticismo, epicurismo e estoicismo traduzem a decadência política e militar da
Grécia, entre 320 a.C. até o início da Era Cristã.
Primeira grande corrente filosófica após o aristotelismo, o ceticismo afirma
que as limitações do espírito humano não permitem conhecer nada seguramente.
Assim, conclui pela suspensão do julgamento e permanência da dúvida.
Ao recusar toda afirmação dogmática, prega que o ideal do sábio é o total
despojamento, o perfeito equilíbrio da alma, que nada pode perturbar.
Epicuro e seus seguidores, os epicuristas, viam no prazer, obtido pela prática
da virtude, o bem. O prazer consiste no não-sofrimento do corpo e na
não-perturbação da alma.
Os estóicos, como Sêneca e Marco Aurélio, pregam que o homem deve permanecer
indiferente a circunstâncias exteriores, como dor, prazer e emoção. Procuram
submeter sua conduta à razão, mesmo que isso traga dor e sofrimento, e não
prazer.
No século III, Plotino pensa o platonismo na perspectiva histórica do Império
Romano. As doutrinas neoplatônicas têm grande influência sobre os pensadores
cristãos
|