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A filosofia nos séculos
XVII e XVIII
No século XVII, o
inglês Francis Bacon esboça as bases do método experimental, o empirismo, que
considera o conhecimento como resultado da experiência sensível. Na mesma
linha estão Thomas Hobbes, John Locke e David Hume.
No século XVIII – O racionalismo cartesiano e o empirismo inglês
preparam o surgimento do iluminismo no século XVIII. Immanuel Kant deseja
fazer a síntese do racionalismo e do empirismo a partir de uma análise crítica
da razão.
Supera esses dois movimentos ao afirmar que o conhecimento só existe a partir
dos conceitos de matéria e forma: a matéria vem da experiência sensível e a
forma é dada pelo sujeito que pensa.
O idealismo consiste na interpretação da realidade exterior e material a
partir do mundo interior, subjetivo e espiritual. Isso implica na redução do
objeto do conhecimento ao sujeito conhecedor.
Ou seja, o que se conhece sobre o homem e o mundo é produto de idéias,
representações e conceitos elaborados pela consciência humana. Um dos
principais expoentes é o alemão Friedrich Hegel.
Para explicar a realidade em constante processo, Hegel estabelece uma nova
lógica, a dialética. Defende que todas as coisas e idéias morrem. Essa força
destruidora é também a força motriz do processo histórico.
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