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Revisão de Filosofia

 
A filosofia no século XIX
 

 

A filosofia no século XIX

O positivismo do francês Auguste Comte considera apenas o fato positivo — aquele que pode ser medido e controlado pela experiência — como adequado para estudo. O método é retomado no neopositivismo, no século XX, representado pelo austríaco Ludwig Wittgenstein.
 
No século XIX, Karl Marx utiliza o método dialético e o adapta à sua teoria, o materialismo histórico, que considera o modo de produção da vida material como condicionante da história. O marxismo propõe não só pensar o mundo mas transformá-lo. Assim formula os princípios de uma prática política voltada para a revolução.

Surgem também nomes cuja obra permanece isolada, sem se filiar a uma escola determinada, como Friedrich Nietzsche. Ele elabora uma crítica aos valores tradicionais da cultura ocidental, como o cristianismo, que considera decadente e contrário à criatividade e à espontaneidade humana.

A tarefa da filosofia seria libertar o homem dessa tradição. No final do século XIX, o pragmatismo defende o empirismo no campo da teoria do conhecimento e o utilitarismo — busca a obtenção da maior felicidade possível para o maior número possível de pessoas — no campo da moral.

Valoriza a prática mais do que a teoria e dá mais importância às conseqüências e aos efeitos da ação do que a seus princípios e pressupostos.  

 

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