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Guerra do Yom Kipur
Conflito armado entre Israel
e os países árabes vizinhos. Tem início com o ataque da Síria e do Egito às
posições israelenses no Sinai e nas Colinas de Golã, em 6 de outubro, dia em
que os judeus comemoram o Yom Kipur (Dia do Perdão), feriado religioso, de
1973.
Os árabes tentam recuperar as áreas perdidas para Israel na Guerra dos Seis
Dias, além de responder aos bombardeios israelenses na Síria e no Líbano em
busca das bases militares da Organização para a Libertação da Palestina (OLP).
A guerra dura 19 dias, não provoca alterações territoriais e chega ao fim sob
a intervenção das potências mundiais.
Os sírios, ajudados por tropas jordanianas e iraquianas, avançam ao norte em
direção a Golã, enquanto as forças egípcias invadem pelo sudoeste, a partir do
Canal de Suez.
Obrigam os israelenses a abandonar suas linhas de defesa em Bar-Lev e os
campos petrolíferos de Balayim, ocupando toda a área do canal, de Port Said a
Suez. Mas o contra-ataque de Israel força o recuo de egípcios e sírios.
Damasco é bombardeada e os blindados israelenses obrigam as forças sírias a
retroceder até as linhas demarcadas pela Guerra dos Seis Dias.
No Sinai, cerca de 200 tanques e 10 mil soldados de Israel cruzam o canal,
destruindo instalações de artilharia e bases de lançamento egípcias na margem
oeste. Pressões diplomáticas dos EUA e da URSS impedem o massacre das forças
egípcias cercadas no canal.
O cessar-fogo é assinado em 24 de outubro. As posições vigentes ao final da
Guerra dos Seis Dias são praticamente restabelecidas com os acordos assinados
entre Israel e Síria, em 1974, e entre israelenses e egípcios, em 1975.
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